Pagamentos por Pix dominam 42% do e-commerce nacional em 2025
O Pix representou 42% do valor transacionado no comércio eletrônico do Brasil em 2025, segundo o Global Payments Report de 2026. Nos pontos de venda físicos, a participação foi de 34%.
O sistema de pagamentos instantâneos consolidou-se como infraestrutura central do setor no país. O método conecta consumidores, comerciantes e governos por meio de transações em tempo real. É utilizado diretamente em aplicativos bancários e integrado a carteiras digitais.
O relatório aponta que o Pix reduz custos para comerciantes e melhora o fluxo de caixa. O documento destaca como a regulação estatal impulsiona a inovação no setor. Em 2025, o sistema lançou recursos voltados à inclusão financeira, com serviços antes associados principalmente aos cartões de crédito.
Distribuição dos meios de pagamento
No comércio eletrônico brasileiro de 2025, o Pix liderou com 42%, seguido pelo cartão de crédito com 40%. As carteiras digitais representaram 10%, o cartão de débito 4%, dinheiro em espécie 3% e outros métodos 2%.
A Worldpay projeta que o Pix deve avançar de 42% para 44% no e-commerce até 2030. Nos pontos de venda físicos, a expansão projetada é mais acentuada: de 34% para 46%.
O cartão de crédito no comércio eletrônico deve recuar de 40% para 34%. As carteiras digitais devem expandir sua participação de 10% para 15%. O cartão de débito deve diminuir de 4% para 2%. O dinheiro em espécie subiria de 3% para 7%.
O mercado brasileiro de comércio eletrônico movimentou US$ 76 bilhões em 2025. A Worldpay estima que o valor alcançará US$ 114 bilhões (R$ 384,2 bilhões) em 2030. Isso representa crescimento médio anual de 8%.
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